A “stora” decidiu separá-los e colocar uma menina ao lado de cada um. Agradável controvérsia.
quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
Com a Estriga não há espiga…
A “stora” decidiu separá-los e colocar uma menina ao lado de cada um. Agradável controvérsia.
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
Chapéus (não) há muitos
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
Agora não...
sexta-feira, 12 de outubro de 2007
Em cima do apito (toque)
terça-feira, 9 de outubro de 2007
A cusca da janela
Aproximava-se a Primavera… era época de Carnaval. Sempre era uma semaninha de descanso escolar. Estávamos a meio do 9º ano, e quase que podia jurar que era a turma do 9º E. Este foi o ano 1 da amizade dos “personagens”. Tinham-se juntado em pequenos grupos nessa turma uma panóplia de adolescentes desconhecidos até então. Este ano ficou marcado pelo ano das “baldas”… assinalados rigorosamente num caderno. Isto já para não falar do “livro das bacoradas”… Este foi um ano repleto de situações que serão porventura relatadas futuramente. Mas voltando ao tema deste mesmo, foi combinada uma ida à praia no fim de semana já incluído nas férias do Carnaval. O início do dia não estava lá muito famoso, meio para o cinzentão. Faltava o Bina… ora porra, o binóculos é que tinha a bola… Ir á praia sem bola é o mesmo que fazer sexo sem gaja… Fomos lá ter a casa dele, apesar de ninguém saber o andar. Uma vizinha assomou-se à janela e nos deu a ajuda que precisávamos para saber ao certo onde morava o Falcato. Após tocar na campainha respectiva a progenitora do petiz informou que o sacaninha estava ainda estendido nos lençóis. “Vá chamá-lo se faz favor… ou então que nos mande a bola”…vociferava a malta… o que queríamos mesmo era a “xixa”… Mas o menino acabou mesmo por vir…
O camarada Paulo, comentou com o dorminhoco que tínhamos conseguido saber o andar dele porque estava uma cusca na janela em frente que nos indicou onde é que ele morava. A cusca era tia do dorminhoco, informou o mesmo ao Paulo Avestruz… não encontrou foi o buraco…
De resto, foi um dia muito bem passado na praia, num dia que se tornou espectacular, com temperaturas de Verão em finais de Fevereiro.
sexta-feira, 28 de setembro de 2007
Fui com o Cardozinho aos pássaros
quinta-feira, 27 de setembro de 2007
O princípio dos cães de Pavlov aplicado a humanos
Pois bem, o peculiar é que eu conheci um rapaz que quando a sua professora predilecta lhe perguntava "Como te chamas?" ele respondia "Luís", ao mesmo tempo que, num claro reflexo condicionado, fazia um gesto com o braço esquerdo (que podia ser interpretado, em body language, como um "Ó mulher, não me chateie, car.."). Apercebendo-se disto, a brava docente insistiu, sem sucesso, para que o jovem petiz fosse capaz de dizer o seu nome sem mandar um soco à pessoa da carteira da frente.
Aliás, eu defendo que se perdeu um talento para o mundo do boxe, porque era meter aquele miúdo num ringue e passar os rounds no canto só a perguntar "Como te chamas?" para ele passar 3 minutos consecutivos a mandar ganchos de esquerda...